| Minha experiência
com o Canil Macanudo – depoimento de cliente.
Tudo começou
no gélido inverno gaúcho, quando cheguei à feliz conclusão
de que um boxer poderia ser o cão perfeito com quem dividir minha
rotina. A idéia se reforçou com a troca de idéias
com o amigo Charles, que me agraciou com a cobertura da doce Natasha pelo
lindo Thor, e a inesquecível oportunidade de acompanhar a tranqüila
gestação que se seguiu - sim, porque a minha Druska foi comprada
quando não era nada mais do que um
óvulo
fecundado, e esperada dia-a-dia, com lista de enxoval na bolsa, e-mails
constantes ao Canil Macanudo, à procura de notícias, e muito
amor no coração. Duvido que possam existir muito melhores
sensações do que a que senti quando o Charles ligou e disse:
"Temos lindas pretinhas". Depois disso, tristezas e alegrias se seguiram
- estas em muito superando àquelas, pela maior magnitude -, a começar
pela excelente companhia do Charles e da Eliane, os primeiros presentes
com os quais minha filhota já provou ter vindo para me fazer muito
feliz. A confiança da Natasha, que, por sua cativante personalidade,
já virou um pouco filha minha, também, mais uma vez reforçando
o temperamento dócil e tranqüilo da raça. As mudanças
diárias, desde quando eram apenas “coisinhas fofinhas”, rastejantes,
até abrirem os olhos, terem rabinhos cortados, tomarem o primeiro
vermífugo, as cosquinhas nas gengivas anunciando os primeiros dentinhos,
enquanto ameaçam os passos titubeantes que já as conduzem
em direção ao que querem. Sem explicação!!!
E agora, a ótima notícia de que ambas irmãs não
irão verdadeiramente se separar, uma cuidada por mim, outra pelo
Charles e pela Eliane, que me acolheram tão bem, de forma que não
perderão uma cria, mas sim ganharam uma fã incondicional,
amiga de coração, que tem muito orgulho em ser membro da
linda família Macanudo.
Vanesca
Koehler Moreira
A
cliente Vanesca encomendou uma fêmea tigrada, antes mesmo de nascer.
Encharcou-me de perguntas e entusiasmo, pois foi tratada com o carinho
que recebem todos os nossos parceiros, amantes dos boxers. Tornou-se mais
que cliente, virou amiga, assim como outros, realmente puros de coração,
despidos da doença social urbana – o egocentrismo. Hoje freqüenta
nossa casa, o que nos enche de orgulho e satisfação, embora
tenha cometido o pecado mortal de não provar os meus quitutes culinários,
o que espero, reconsidere, muito brevemente. Desculpem, mas em casa de
gordo não comer é crime!
Charles
“Macanudo” Grazziotin
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